Albardas e Alforges... nunca vi nada assim! Minto... já vi!
Terça-feira, 18 de Maio de 2004
Outros fogos e os "mesmos" objectivos!

Lendo vários textos, em particular, uma entrevista com o jornalista e cientista político francês Thierry Messan que, como é do conhecimento geral, este “intelectual francês alcançou fama mundial ao sustentar a tese de que os atentados de 11 de Setembro são obra da elite militar próxima ao governo Bush. E que a versão oficial sobre o ataque ao Pentágono é uma farsa Samy Adghirni Da equipe do Correio AFP”, ver; http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2003/09/263148.shtml.


Também, José Arbex Jr., ainda a obra, 11 settembre: il Reichstag di Bush – libro; From: "Davide Bertok"; ou então, Miguel Urbano Rodrigues em RECORDAI O INCÊNDIO DO REICHSTAG!, quando afirma: “O presidente George W. Bush invoca Deus a cada passo nos seus discursos, diz agir em nome dele, mas não consulta oráculos nem sequer os gurus e pitonisas que pululam no seu pais. Faz a guerra a outros povos por decisão pessoal, alegando que os EUA emergem como nação predestinada, a única em condições de assumir a defesa de valores eternos. A guerra é apresentada assim como uma exigência moral. Os mísseis norte-americanos destroem cidades e as bombas lançadas dos B-52 esfacelam corpos humanos em nome de Deus para preservar a cultura, em beneficio da civilização e da humanidade. A repulsa universal e também o sentimento de insegurança desencadeados pelos atentados terroristas de 11 de Setembro pp abriram o caminho ao discurso da retaliação e à apologia da guerra como o instrumento indispensável para a erradicação da violência e a conquista da paz e da concórdia entre os homens. A retórica messiânica desse discurso belicista cultiva as analogias, respeitando tradição norte-americana que não dispensa nas arengas presidenciais as citações bíblicas e as referencias à Roma dos Césares.” Ver, http://resistir.info/mur/reichstag_09Abr02.html


Tendo em conta estas afirmações/comparações, singularmente a de José Arbex, “Ninguém lucrou tanto quanto Geroge Bush júnior com o atentado de 11 de Setembro”, iniciamos hoje a “postação” de um texto, de certa forma, sociohistórico sobre os objectivos/estratégias que levaram os falcões americanos à rapina dos recursos energéticos do “nosso” planeta!Como é um “pouco” extenso e, como devem ter constatado, não sou um “alimentador” diário do BLOG, vai em doses, Cá vai:


Legitimidade: Bush não foi eleito pela maioria do povo do seu país. Venceu graças à fraude mais descarada, típica de uma qualquer “republiqueta” das bananas. Quando prestou juramento para ser empossado como novo chefe da Casa Branca, Washington amanheceu “ocupada” por 7.000 agentes da polícia, com receio de manifestações. Foi uma cena sem precedentes nos Estados Unidos. Não é carismático (excepto para os delegados ideológicos que por aí campeiam), tem domínio bastante precário do seu próprio idioma e é amplamente conhecido por não ser exactamente brilhante — lembram-se (a procura das armas de destruição maciça debaixo do tapete), ele próprio já comentou as piadas que o descrevem como um completo idiota nos corredores da Casa Branca. Pois bem, o atentado de 11 de Setembro permitiu-lhe apresentar-se, pela primeira vez, como presidente de facto dos Estados Unidos. Certo: com muitas horas de atraso e com uma hesitação imperdoável em qualquer estadista, ainda mais num momento tão crucial como aquele. Ainda assim, ele pôde falar como o representante maior da nação. Basta lembrar os gritos de "USA" dos operários enquanto Bush fazia uma caminhada por entre os escombros do World Trade Center.O êxito do apelo à "união nacional" pode ser medido pela rapidez com que o Congresso aprovou a concessão de poderes ilimitados para utilizar "todos os recursos necessários" para "combater o terrorismo". Bush obteve a unanimidade no Senado e 420 votos da Câmara dos Deputados. O único voto contrário foi o da democrata Barbara Lee, da Califórnia, sob a alegação de que a medida, na prática, eliminava o equilíbrio entre os poderes e colocava em questão a própria essência da democracia americana. Tal coesão em torno de Bush seria absolutamente impensável até algumas horas antes do atentado, assim como hoje, passadas as atrocidades todas, fruto de um chorrilho de mentiras.


Continua...



publicado por albardeiro às 00:50
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1 comentário:
De Plancie Herica a 18 de Maio de 2004 às 23:20
Cá fico à espera da continuação... Bem lançada esta posta!

Um abraço,
Francisco Nunes


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